7.2.26

Ocupação de Espaços, Militância e o “Bajubá”

As ideologias encontram meios para subverter a realidade na medida em que as massas são alienadas, em um processo de ocupação de espaços legítimos, fazendo somente aquilo que são postas a fazer dentro de limites retroalimentados pelas próprias limitações em um círculo vicioso autodestrutivo.
O Mundo Está de Pernas para o Ar ou Os Delitos da Luxúria. Jan Havickszoon Steen.
1. Toda essa ocupação dos espaços pela militância não tem a ver com melhor desempenho laboral ou maximização de produções acadêmica. Não, meu filho dos outros! Tem a ver captação de recursos financeiros. Em outros termos, significa pegar dinheiro do povo para gastar com farras.

2. Se no trabalho ou na universidade as pessoas que capturam tais recursos só falam de farra, de quão impressionante foram seus finais de semana e como o iPhone consegue fazer coisinhas incríveis para eles, como ficar espantado com a perda do valor laboral e a ausência de qualidade científica no Brasil?

3. Essa gente só pensa em dinheiro, esbórnia e qualquer outra porcaria que desejem. Não à toa, dentre os maiores afetados estão aqueles que não possuem experiência, ou seja, os adolescentes e adultos com até 25 anos de idade (que são aqueles que ainda estão nas universidades e/ou ocupando os primeiros postos de trabalho).

4. Adultos com mais de 25 anos de idade já se encontram pré-formatados. Alguns conseguem resistir à alienação sofrida ao longo de um tempo que poderá significar desde o jardim da infância até atualmente. Porém, outros já se encontram imunizados contra esse vírus ou em vias de receber a primeira doze da vacina.

5. De um modo ou de outro, o que é interessante é perceber que, por mais que queiramos uma justificativa racional ou minimamente lógica para explicar o motivo da educação no país se deteriorar rapidamente, dia após dia, infelizmente a realidade é bastante simples e somente se relaciona com uma verdade: ninguém se importa.

6. Ninguém se importa e o indiferentismo gerado a partir (ou junto disso) apenas agrava a situação no Brasil. Essa gente está colocando assuntos totalmente banais como sendo prioritários. Ao pesquisar artigos acadêmicos no país, deparamo-nos com produções sobre “Bajubá” sendo realizadas em faculdade da Universidade de São Paulo — USP.

7. Em um país de crise humanitária em caráter perpétuo, pelo visto, onde crianças passam fome enquanto são alienadas, ao menos um “pesquisador” da renomada universidade paulistana está intrigado com linguagens utilizadas por travestis, como o que é “Edi” ou “Cunete”, respectivamente “ânus” e “masturbação anal”.

8. “Pesquisador” responsável por capturar R$ 4.200 da verba do CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que por sua vez reclamou da redução do orçamento para 2025, ainda assim recebendo trezentos milhões de reais para custear, dentre outras coisas, dissertações como esse “código secreto” dos travestis.

9. Por fim, lembrando àqueles que quiserem provas sobre este caso, peçam, por favor, por e-mail (enquiridio@protonmail.com), em um país de militância, infelizmente o objetivo é ocupar espaços para capturar os recursos do povo — só! Enquanto os trabalhadores e pesquisadores de verdade se omitirem, as coisas ficarão assim mesmo.
    Para referenciar esta postagem:
ROCHA, Pedro. Ocupação de Espaços, Militância e o “Bajubá”. Enquirídio. Maceió, 07 fev. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/02/ocupacao-de-espacos-militancia-e-o-bajuba.html.

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